segunda-feira, outubro 03, 2005

Apoio Psicológico ao Atleta, pelo Dr. Kumitu Akhan Zana, PHD

Recebemos uma mensagem de protesto, também com pedido de anonimato, que passamos a reproduzir:

Ó boi ve lá se escreves sobre futebol e não sobre a minha gaita ó azeiteiro do caralho! Deves ser um rico rabeta para só falares de pila, percebes ó burro do caralho.

Mito

Caríssimo, esta é a primeira e última mensagem de leitores que reproduziremos aqui com este tipo de linguagem. Eu prezo-me por ser uma pessoa de bem, criado nos melhores colégios e com
educação superior, como o Dr. Cali. Não me lembro de lhe ter dado confiança para tanto nem de ter comido a senhora sua prima. E eu até tenho agentes da autoridade na família, por isso longe de mim a intenção de injuriar um deles.

Em 1963, o meu meio-irmão, o Sherpa Pissan Arregha participou numa das expedições de Edmund Hillary e Tenzing Norgay ao cume do Evereste. Segundo o diário de expedição do próprio Hillary, o Sherpa teve um acto heróico ao salvar Norgay da morte certa quando este foi arrastado por uma avalanche para um nicho minúsculo, 250 metros abaixo da plataforma onde se encontrava o resto da expedição. Infelizmente para Norgay, parte da carga foi arrastada na avalanche, incluíndo cordas e restante material de salvamento (leia-se material no verdadeiro sentido da palavra).

Foi então, que perante o desespero total e o iminente desabamento da plataforma onde se encontrava Norgay, o Sherpa sacou do seu próprio material (leia-se material no sentido figurado da palavra) e lançou na direcção de Torgay, que rapidamente trepou por ele acima e salvou-se de uma morte certa. Não se salvou, obviamente de uns money shots na tromba, mas um Sherpa pode ser frio mas não é de ferro...

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