quinta-feira, maio 05, 2005

As entrevistas forjadas (parte 2), por José Rodízio dos Tansos

JRT (Paz) - Como explicas que, sendo tu um modelo de simpatia aquando da tua entrada no BS, te tenhas tornado num cabrão tão quesilento desde que provaste o sucesso? É verdade o que dizem, que o pessoal só lá anda pelo jantar?

Paulo Pinto (Marques) - Quem diz isso só pode ser o cabrão do Mito e o maricas do Cali. Uns gajos que jogam mais com a boca do que com as pernas. Se corressem e se esforçassem talvez ganhassem mais vezes. Andar lá a coçar os sacos e depois atirar as culpas para os outros é lamentável. Mas o Arnado já me tinha avisado deste tipo de comportamentos.

JRT (Paz) - Concordas com a posição do Menezes que defende que o BS não é atletismo e, como tal, gajos como tu deveriam estar a passar os domingos de manhã no estádio nacional, a treinar com o Obikwelu, e não no BS?

Paulo Pinto (Marques) - Esse é outro igual. Quem o vê jogar, ao longe, nem consegue perceber se ele está a dormir ou acordado. Mas o Arnado já me tinha avisado deste tipo de comportamentos.

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