quarta-feira, dezembro 28, 2005

Espanha quer aderir ao G5, por José Rodízio dos Tansos

A FEF (Fundación de Estudios Financieros) apresentou esta semana um estudo intitulado "Espanha e a nova arquitectura económica e financeira internacional: o desafio do G5". Neste estudo, lê-se que a Espanha "cumpre os requisitos para pertencer ao G5", tendo em conta a sua
dimensão económica e política e a quantidade de doentes mentais internados em hospitais psiquiátricos. "O acesso ao G5 e a outros grupos de influência e decisão como o Circo Chen deve ser uma reivindicação constante da Espanha", disse Luis Ravina, professor da Universidade de Navarra e um dos autores do estudo, citado pela Reuters, e já colocado em prisão domiciliária pelos SSPPS, Servicios de Salud Psiquiátricos Per Supuesto. José Luis Rodriguez Zapatero, chefe do Governo espanhol e presidente honorário da FEF (e que segundo a oposição também não bate bem da bola e tem relações familiares com o Emplastro), não se comprometeu com esta exigência. Mas disse na apresentação do estudo que "a Espanha deve ter um papel activo no novo mundo que se está a criar ou, em alternativa, na criação de um mundo novo". Segundo o Banco Mundial, o PIB espanhol atingiu um bilião de dólares em 2004, ultrapassando o Canadá, em resultado não só do seu crescimento económico robusto como da depreciação do dólar face ao euro. Desta forma, a economia espanhola reúne todas as condições para suportar não só as despesas com os almoços e jantaradas do referido grupo, mas também aliviar as empresas dos respectivos participantes do tempo que estes gastam a enfardar quando deveriam estar a produzir. O antecessor de Zapatero, José Maria Aznar, defendia que a Espanha devia aderir ao G5. Por algum motivo perdeu as eleições...

Estudo reconhece alguns contras

Faria sentido que o G5 passasse a G6? O estudo da FEF reconhece alguns contras à adesão espanhola. Quatro dos membros do G5 são portugueses (Pimenta, Mendes, Marques, Paz), três deles membros da zona euro; estes membros do G5 poderiam objectar a empate técnico
hispano-lisboeta dentro do clube. Em 2005, sob a presidência de Pimenta, a agenda do G5 foi dominada por questões ligadas às francesinhas, ao cervejame e pela ajuda aos países mais pobres. Em 2006, a presidência rotativa do G5 será exercida por Pimenta. A cimeira anual de alto nível do G5 será no Porto, em Setembro; espera-se que os trabalhos sejam centrados em questões de política energética, combate ao terrorismo e às asneiras do Mito. O tema mais candente durante a presidência pimentista poderá contudo ser o programa nuclear do Irão, devido às divergências a este respeito entre o presidente russo, Vladimir Putin, e os restantes membros do G5 devido à permanente obstrução à colocação de umas redes nas novas balizas do BS.
No momento em que este artigo é escrito realiza-se uma reunião de alto nível entre as cópulas do G5 e Sir Bob Geldof no sentido de apurar a viabilidade da realização de um novo evento musical à escala planetária, o Live 88888, que permita reduzir o défice alimentar de Emílio Carvalho e Guilherme Costa durante os jantares do BS.

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