segunda-feira, novembro 22, 2004

Os Casos da Jornada 11

Após várias jornadas relativamente pacíficas, voltou a palhaçada ao BS. Como o atleta Cali esteve ausente, que isto sirva de reflecção para as más-línguas do costume. Vamos aos casos mais significativos:

1. Na segunda parte, verificou-se uma jogada perigosa junto à área dos laranjas protagonizada pelo atleta Guilherme e pelo semi-atleta Alves em que este teve uma entrada perigosa levantando o pé na altura do remate do adversário. O resultado foi bastante vistoso com sapatilha a voar pelo ar e o habitual rol de palavrões que sempre fica bem nestas ocasiões. Resultado: nada! Lamentável. Impunha-se a marcação de um livre directo, como mandam as regras.

2. Na última jogada do desafio, o guarda-redes dos amarelos Fonseca Huigita resolveu dar uma perninha "lá na frente" como já é habitual. Como é também habitual, o resultado foi um desastre. À velocidade a que se desloca, quando chegou a meio-campo já os adversários estavam em contra-ataque perto da sua baliza. Se já não bastava este asneira, ainda assentou uma valente sarrafada no atleta Meneses que, como é habitual, lançou um grito de dor lancinante que teve pronta resposta do Leão marinho do Zoo da Maia. Como mandam as leis, o jogo deveria ser parado imediatamente pois afigurava-se uma lesão de um atleta, mas para espanto de alguns, tal não aconteceu. O jogo prosseguiu e os laranjas marcaram um golo. Ora, tal seria admissível se a jogada tivesse decorrido junto á baliza, mas como a falta se verificou pouco depois do meio-campo o que se passou a seguir foi totalmente injustificável.

Deixamos aqui a seguinte pergunta: e se esse golo tivesse sido determinante para a atribuição do jantar?

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